Do vento ouço a tua voz
Sinto cá dentro pequenos pedaços
Sei que não são bilhetes nem cartas
nem riscos ou simples traços.
São a imagem de um sopro de palavras
Que agonia em mim semeastes
nesse canto, nesse grito de abraços
Olha!
os dias não são todos iguais
há saudade e há vontade
e aprendo a querer mais
dessa tua forma estranha de liberdade
Porque és pedaço de gente
Onda de mar fora da corrente
És pura semente
Entre gritos, gemidos
choros e ungidos
És campo verde de cor em histórias de dor
Vive... Vive....
Nunca deixes de sonhar…
Só assim terás um segredo por dia para me contar.
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Um comentário:
Este poema foi escrito por João Torres.
Postar um comentário